Assuma a sua responsabilidade!

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Deus perguntou a Adão: “Você comeu da árvore que eu mandei que não comesse?” Ele não respondeu dizendo: “Deus, me perdoe, cometi uma loucura, lhe desobedeci. Senhor, sou responsável pelo meu pecado”. Não! Qual foi sua resposta? “A mulher que me destes como companheira me deu do fruto da árvore e eu comi”. O velho e errado caminho: não assumir nossa responsabilidade. “Eu pequei, mas foi culpa da minha esposa e um pouco de Deus, pois foi ‘a mulher que me destes’. Ela pegou o fruto e o colocou em minha boca, e eu não sei o que aconteceu depois; minha boca se abriu sem querer, meus dentes se fecharam sozinhos e começaram a mastigá-lo. E eu não sei o que aconteceu com minha garganta”. Isso é jogar a responsabilidade em outros, é culpar os demais pelos nossos erros.

Um marido disse: “Eu cometi uma falta, porém, foi culpa da minha esposa, ela me provocou. A culpa é dela, porque me insultou”. Uma mulher disse: “Eu adulterei porque meu marido é um homem muito duro, não me trata com carinho, sempre age grosseiramente. Então, eu senti necessidade que um homem me abraçasse, me amasse. Sim, pequei, cometi adultério, mas a culpa é do meu marido”.

Deus perguntou à mulher: “Que é isso que você fez?” E a mulher respondeu: “A serpente me enganou e eu comi”. Ela culpou a serpente. Ninguém assume sua responsabilidade! A culpa é toda do diabo! “Eu pequei por culpa do diabo; ele me tentou e eu comi; ele me enganou”. Embora tenhamos sido enganados, de qualquer maneira somos responsáveis. Por quê Eva foi enganada? Por manter uma conversa com o diabo, por não crer que o que Deus lhe havia dito era verdade. Por ouvir outra voz, outro critério, outro raciocínio, outra palavra. Por duvidar de Deus. Só existe um caminho para alcançar o arrependimento: assumir nossa responsabilidade. Se o outro também peca, isso não me justifica de modo algum. Cada um deve assumir sua própria responsabilidade.

Pensemos em José, o filho de Jacó. Ele foi até onde estavam os seus irmãos para levar-lhes comida da parte de seu pai. Primeiro eles o quiseram matar; depois o jogaram em um poço e em seguida o venderam aos ismaelitas. José foi levado ao Egito e vendido a Potifar. Começou a trabalhar como escravo mas progrediu rapidamente e se tornou administrador da casa de Potifar. Aconteceu que a esposa do seu senhor se apaixonou por José e todos os dias insistia com ele: “Vem, deite-se comigo”. Ele respondia: “Não, tu és uma mulher casada e eu sei qual é a vontade de Deus para mim. Não vou deitar contigo”. Isso aconteceu um, dois, três dias… Todos os dias ela o assediava! Ora, José era jovem. Desde os dezessete anos já estava longe da casa de seus pais. Não havia um pastor por perto, nem seu pai, nem sua família. Só uma mulher que todos os dias o tentava a se deitar com ela. Quem pode suportar algo assim? Qualquer um que deseja fazer a vontade de Deus e tem seu coração firmado Nele!

Certo dia a esposa de Potifar, depois de muita perseguição sexual, tentou estuprá-lo. Ela o agarrou pelas roupas e forçou-o a deitar-se com ela. José se livrou de sua capa e fugiu sem pecar!

Este exemplo tem abençoado a minha vida desde que eu era um garoto até o dia de hoje. Eu escrevi em minha Bíblia: “Bravo, José!”

Temos de admirar os santos. Bravo, José! Ele não pecou porque sabia que Deus estava com ele. Se José tivesse pecado nessas circunstâncias, poderia encontrar todo tipo de desculpas que justificariam sua conduta: que era jovem, que se encontrava longe do seu lar, que sofria de solidão, que a mulher havia sido muito insistente, que ela o havia forçado… José não era de plástico, mas de carne. Quando uma mulher abraça ou força um homem, sabemos o que acontece. José poderia ter suavizado sua responsabilidade dizendo: “Tentei não pecar, mas uma vez excitado não consegui resistir e caí”. No entanto, ele não o fez; fugiu e não pecou.

É importante assumir nossa responsabilidade e não justificar nenhuma ação. Pode haver tentações; algumas delas muito grandes. Mas a Bíblia diz que Deus não as permite além do que podemos suportar. Juntamente com a tentação Ele dará o escape. Nós também podemos fugir.

Jorge Himitian
Extraído do livro “Curados pela Palavra”, que pode ser adquirido pelo site Servo Livre.

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