“O meu casamento não foi unido por Deus”

Meu casamento não foi unido por Deus
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As Escrituras deixam claro que o casamento é uma instituição divina pela qual um homem e uma mulher se unem por vontade própria numa comunhão social e legal com o propósito de estabelecerem uma família (Gênesis 1.27-28; 2.18- 24). Nos planos de Deus o matrimônio é a união mais íntima e profunda que pode ser estabelecida entre duas pessoas. O elemento central de sua constituição é a aliança, o pacto entre os cônjuges (Provérbios 2:16,17; Malaquias 2:14; Ezequiel 16:8). É um vínculo permanente e só pode ser dissolvido pela morte (Romanos 7.2-3; I Coríntios 7:39) ou, excepcionalmente, pelo divórcio em casos muito restritos (Mateus 5:31-32; 19.3-9; I Coríntios 7:12-15). O ensino de Jesus sobre o casamento é categórico: “De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem (Mateus 19:6).

Algumas pessoas, ao procurarem motivos para se divorciarem, alegam que seu casamento não foi unido por Deus, e por isso poderia ser desfeito pelo homem. Entretanto, a Bíblia descreve o casamento como uma sequência de atos humanos que, por preencherem certas condições (“deixar…”, “unir-se…”, “tornar-se…” – Gênesis 2:24), são respaldados por Deus, que confere àquela união o vínculo conjugal. Portanto, o casamento é válido até mesmo quando realizado entre pessoas totalmente incrédulas e ignorantes quanto à Palavra de Deus. Por isso, se uma pessoa se converte e seu cônjuge incrédulo consente em viver com ela, a Bíblia a orienta permanecer no casamento e a exercer uma influência abençoadora sobre a vida seu cônjuge (I Pedro 3:1,2; I Coríntios 7:12-15).

O fato de estar casado com o incrédulo não exime o cristão de cumprir o papel que lhe corresponde no casamento. Por isso, os maridos devem amar suas esposas dando suas vidas por elas, mesmo quando a esposa é descrente. As mulheres devem ser submissas aos seus próprios maridos, até quando estes são incrédulos. Estar casado com um incrédulo não é uma licença para descumprir as responsabilidades conjugais.

Se um cristão casado com uma pessoa incrédula não pode usar como motivo para o divórcio a alegação de que seu casamento não foi unido por Deus, ainda menos um casal de cristãos pode fazer uso desse engano, pois ambos deveriam ter plena consciência do valor que o casamento têm para Deus: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4). Ao preencherem as condições estabelecidas pela Palavra, homem e mulher estão casados e Deus é testemunha dessa aliança.

Ninguém além de Deus tem autoridade para determinar o que é um casamento ou quando ele acaba. Isso não é determinado pelo Estado e nem mesmo pelos cônjuges, pois o casamento não é uma sociedade entre duas partes na qual cada uma coloca as suas condições. Deus é quem estabelece as condições. Quem se casa deve aceitar as condições estabelecidas por Deus em Sua Palavra e não há nada o que temer, pois Ele é Amor e possui todo poder e sabedoria.

– Post montado com trechos da 2ª edição do livro “Casamento, imoralidade sexual e divórcio”.
Publicação prevista para outubro/2017.

Conexão Eclésia

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Amamos a Jesus, por isso lutamos por Sua vida na Igreja.
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