Eu vou ser pai!

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Desde a última vez que escrevi aqui no Conexão Eclésia, em fevereiro deste ano, muita coisa mudou em minha vida. E com certeza a maior dessas mudanças é o fato de que eu e Bianca estamos aguardando a chegada de nossa primeira filha, que se chama Olívia.

Deus tem nos proporcionado um tempo muito especial. Cada dia traz uma emoção nova. Já não sei quantas vezes chorei ao falar com a Olívia ainda dentro da barriga da mamãe e ao orar por ela. Hoje, pela primeira vez pude sentir ela se mexendo. Foi um movimento suave e tímido, mas pra mim foi motivo de festa. Deus tem sustentado essa gestação até aqui, e contamos com a graça do Senhor para que seja assim até o final.

Minha principal oração é para que a Olívia conheça desde cedo o temor do Senhor, pois esse temor é fonte de vida e ajuda a escapar das armadilhas da morte (Provérbios 14:25), afasta a pessoa do mal (Provérbios 16:6) e é o princípio da sabedoria (Provérbios 9:10).

A cada ecografia tenho me maravilhado com a obra das mãos de Deus:

“Assim como é impossível entender o caminho do vento ou o mistério do crescimento do bebê no ventre da mãe, também é impossível entender as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Eclesiastes 11:5, NVT).

“Tu formaste o meu interior e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te agradeço por me teres feito de modo tão extraordinário; tuas obras são maravilhosas, e disso eu sei muito bem. Tu me observavas quando eu estava sendo formado em segredo, enquanto eu era tecido na escuridão. Tu me viste quando eu ainda estava no ventre; cada dia de minha vida estava registrado no teu livro, cada momento foi estabelecido quando ainda nenhum deles existia” (Salmo 139:13-16, NVT)

Sei que o que eu e Bianca estamos vivendo agora é só uma preparação para o que ainda está por vir. Ainda aprenderei muitas coisas com a experiência da paternidade, mas a principal coisa que vou aprender é mais sobre o amor de Deus. Afinal, Ele é Pai.

Jesus, ao nos ensinar sobre a generosidade do Senhor, nos fala sobre o fato de que nós, ainda que sejamos maus, sabemos dar bons presentes para os nossos filhos. A experiência da paternidade nos mostra, ainda que de forma limitada, a bondade de Deus para conosco.

“Qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mateus 7:9-11, RA).

O salmista, ao  escrever sobre a compaixão de Deus por nós, fala sobre a compaixão que um pai tem por seu filho:

“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem” (Salmo 103:13, RA).

Não tenho dúvida que vou compreender melhor o amor de Deus pelo homem. E espero que a experiência da paternidade me ajude a cada dia mais imitar o meu Pai:

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Efésios 5:1,2, RA).

Em Cristo,
Anderson Paz

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