Bem-aventurados os pacificadores

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“Bem-aventurados os Pacificadores porque serão chamados filhos de Deus”. (Mateus 5:9)

O que é um pacificador? Um pacificador é alguém que está cheio da paz de Deus. Ninguém pode pacificar com um coração em guerra, em conflitos. O pacificador não é um diplomata. Jesus disse que veio trazer espada (Mateus 10:34-36), e eu não conheço nenhum pacificador maior do que Jesus. Ele ensinou que não pode haver paz sem justiça. Um pacificador é alguém que está cheio de paz dentro de si, vem e acaba com a guerra dos nossos corações, nos confrontando com a verdade.

“Pois o que diz a verdade, manifesta a Justiça” (Provérbios12:17)

Por consequência, o resultado desta justiça acaba sendo a paz que buscamos.

“O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre.” (Isaias 32: 17)

Manejando a espada, o pacificador vem trazer conflitos ainda maiores, consumindo assim a guerra dos nossos corações com o Evangelho do Reino. Ele é aquele que chega com a espada para resolver os nossos problemas, porque Deus não é um Deus de falsa paz. O pacificador vence primeiro a guerra dos nossos corações, derrota nossas mentiras, nossa escravidão e nossos jugos.

Nossos conceitos e preconceitos são jogados por terra. Depois disso, nos quebrantamos, nos arrependemos e ficamos cheios de plena paz. Ele não vem mostrar onde estamos certos, ele revela os nossos erros, para que haja quebrantamento e posterior arrependimento.

“O Senhor, Ele põe termo à guerra até os confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus, diz o Senhor” (Salmos 46:9.10)

Quando se revolve o fundo, trazendo toda a verdade – luz – pode acontecer a guerra. No entanto, o Senhor vem e governa sobre a situação, trazendo a Sua paz. Ele é o príncipe da paz.

Deus quer uma Igreja pacificadora, de gente que vai fundo com Ele, que não fica somente na periferia da alma, mas que rasga o coração. Um povo que conquista a paz e vence suas próprias guerras interiores não teme puxar a espada da verdade para confrontar o pecado. Este exército está guardado pela paz no coração e mente. Pode pacificar.

“Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus” (Filipenses. 4:6.7 RA)

A maior guerra que pode haver no interior de alguém é a ansiedade. Ela está fundamentada na falta de confiança em Deus e produz angústia profunda. Paulo, assim como Jesus, animou os discípulos a não estarem ansiosos por coisa alguma. Se a ansiedade não for vencida, ficamos sem a paz de Deus que excede todo o entendimento. A nossa mente e coração dependem desta paz para serem guardados. Ficamos vulneráveis aos conselhos malignos e aos dardos inflamados do diabo quando ficamos sem a paz de Deus. Nossa mente permanece desprotegida, recebendo qualquer pensamento e o nosso coração se enche de dúvida – falta de fé.

Necessitamos ser confrontados em nossas ansiedades. Devemos aprender a confiar e descansar no nosso Deus. Precisamos vencer a ansiedade a fim de recebermos a paz do Senhor. Só assim teremos uma mente e um coração guardados em Deus. O pacificador sabe disso.

Trecho do livro “De Todo o Coração” de Sérgio Franco. Acesse e baixe o seu em: https://itun.es/br/gpqAJ.l

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Sérgio Franco

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