Ame sua esposa

Ame sua esposa
Compartilhe 😉Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInPin on Pinterest

Quero começar contando uma experiência sobre amor. Assim que me converti, aos 23 anos, eu não tinha nenhum projeto ministerial para minha vida. Comecei provando as bondades e as misericórdias de Deus e fiquei muito grato a Ele, como qualquer crente que sai de um lamaçal de pecados. Por causa disso comecei a compartilhar minha fé, fui experimentando alguns resultados práticos, mas sem nenhuma pretensão.

Eu vivia muito mal com a minha família e quando me converti o meu casamento já estava acabado. Assim, coloquei toda a minha esperança em Jesus no intuito de salvar meu casamento. Entretanto, não tínhamos uma visão de discipulado, não havia uma estrutura para crescimento espiritual. Apenas ouvíamos pregações evangelísticas aos domingos, os ensinos bíblicos não apontavam para a praticidade dos mandamentos, nenhum acompanhamento. Meu coração continuava incorrigível, sem ser moldado.

Entretanto, por causa do momento de pura gratidão a Deus que eu vivia, comecei a pregar o evangelho e, juntamente com um grupo de jovens, fazíamos missões. Sempre fui atraído pela obra, e assim, eu e esses jovens, viajávamos sem rumo. Jovens sem nenhum juízo, nenhuma referência. Para se ter uma ideia de como fazíamos missões, nós íamos a uma determinada rodoviária, parávamos e começávamos a orar para saber onde Deus queria que fôssemos. Quando íamos comprar as passagens para determinada cidade, se já não tivesse dinheiro suficiente dizíamos: “Deus não nos quer lá, vamos para outra cidade.” E, assim, saíamos “na fé”, sem dinheiro algum, sem nenhuma direção ou orientação.

Nós sempre precisávamos vincular o nosso trabalho com alguma igreja nos locais onde íamos. Numa dessas viagens, conheci uma igreja que me recebeu muito bem, porque missionário itinerante nem sempre é bem recebido. O pastor abriu as portas da congregação e lá comecei a pregar. Ficávamos hospedados em um hotel e vendíamos jornais para nos sustentar. Tudo isso se fazia nas férias. Eu era casado e deixava a esposa em casa com minha filha ainda bebê.

Naquela cidade eu pregava, principalmente, nas regiões de prostituição, de drogas e quase sempre às noites. Então, conheci uma moça que era líder naquela igreja e logo “senti” que ela era perfeita, maravilhosa, graciosa em tudo: beleza, inteligência, espiritualidade. Pensei comigo: “O homem que casar com essa moça será um bem-aventurado”. E comecei a ir e voltar àquela cidade diversas vezes fazendo evangelismo, até que eu comecei a notar que estava nascendo alguma coisa entre nós. Eu já não ia mais àquela cidade com um coração de evangelista; ia com um coração “ateu” pois minha grande motivação e alegria era ver aquela moça. Casado e com uma filha, toda briga e contenda em casa era combustível suficiente para eu sair e procurá-la. Não tinha mais prazer em casa e queria estar na companhia daquela moça, pois sentia que havia um interesse pessoal, um clima romântico entre nós.

A situação foi se agravando porque o pai dela, um homem de idade que havíamos conduzido para Jesus, havia aberto sua casa para nós. Além de pregar na reunião pública da igreja, também frequentávamos a casa dele para expor o evangelho. Assim, a proximidade com ela aumentou e eu comecei a crer que Deus tinha um plano naquilo, já que eu vivia mal com minha mulher, brigando todos os dias. Pensava: “Deus só pode estar agindo aqui. Conheci essa moça que é quase um anjo, toda perfeita, então só pode ser um plano de Deus. Ele quer me livrar da minha esposa, daquele jugo, e está-me dando essa bênção. Sou um cara bem-aventurado!” Assim, comecei a planejar uma mudança de vida, sair do Rio de Janeiro e ir para Minas Gerais.

Então as coisas começaram a acontecer de forma sobrenatural. Recebi uma oferta de emprego na cidade, e também o pastor me disse que precisava de um homem como eu na igreja, porque através das minhas pregações várias pessoas se converteram. Assim eu já tinha uma igreja, um lugar de co-pastor, um trabalho e aquela moça. Para mim estava tudo perfeito. Eu estava resgatando pessoas para Jesus e provando os milagres e sinais como fruto das pregações. Daí, já não era mais somente nas férias; eu comecei a doar todos os meus finais de semana para aquela obra, cada vez mais motivado. Estava pronto para encarar aquilo que eu julgava ser o plano de Deus para minha vida.

Entretanto, quando eu já estava planejando ir embora de vez no final do ano, chegaram em casa três rapazes e, quando perguntei o que eles queriam, responderam-me que gostariam de me contar um mover de Deus que aconteceu no Rio. Aqueles jovens haviam sido batizados no Espírito Santo e, por frequentarem igrejas mais tradicionais, foram convidados a “se retirar” porque estavam tumultuando a igreja. Disseram-me que estavam reunidos orando na casa de uma irmã, quando Deus revelou a eles que não deveriam se preocupar pois o Senhor já havia “preparado um pastor para estar com eles”. Pensei: “Que bênção! Se Deus já levantou um pastor para estar com vocês, isso é bom.” Perguntei: “Quem é?” Eles apontaram para mim dizendo: “Você!” Eu disse: “Não, estou em Minas Gerais, não estou mais aqui no Rio. Estou em outro projeto.” Mas, quando eles saíram eu fiquei pensando sobre aquilo, porque enquanto eles falavam, assim como aconteceu com os discípulos de Emaús, também senti algo “queimando” no peito. Eu rejeitei o convite mas, lá no fundo, fiquei muito interessado. Comecei, então, a ficar muito angustiado, mas lembrei-me de algo que havia aprendido ainda novo na fé, que quando estamos diante de um caminho muito difícil, de um grande dilema, a primeira coisa que eu deveria fazer era separar alguns dias para jejuar, orar e ouvir. E foi isso que eu fiz. Naqueles dias, lendo a Bíblia, um texto “saltou” aos meus olhos:

Efésios 5:25 – “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela…”

Meu primeiro pensamento foi: “Esse tal de Paulo devia ser solteiro. Como é que ele diz isso, como se fosse fácil, como se fosse simples amar uma pessoa assim?” Eu estava jejuando, orando e perplexo com esse mandamento. Quando, em João 13:34 Jesus diz para amarmos uns aos outros, até que é fácil, porque é algo genérico, não dirigido ou definido a alguém específico. Normalmente acontece na vida da igreja que acabamos amando somente aqueles a quem gostamos mais e queremos amar. Não é bem “uns aos outros”, mas amar aqueles com quem temos mais afinidades, os mais agradáveis, os mais fáceis de serem amados. Assim, transformamos esse mandamento dizendo: “Eu amo quem eu quero amar.” Mas, quando Paulo diz: “Maridos, amem suas esposas”, ele direcionou para alguém, deu um nome para essa pessoa, a esposa. Não tem como camuflar: ou ama ou não ama.

Quando o Senhor disse: “Ame a sua esposa”, Ele fechou a minha história. Ele disse: “Você tem uma pessoa para amar, é a sua esposa!” E eu me perguntava: “Mas e se eu não sinto mais nada por ela? Pelo contrário, só converso com ela para brigar? E também já estou me sentido atraído por outra mulher!” Eu estava convencido que Paulo escreveu uma coisa absurda, um mandamento impossível. Fechei meu coração, não aceitando aquilo. “Imagine! Já estou com outros planos em mente e, de repente, leio na Bíblia que Deus quer que eu ame a minha esposa! Como se fosse fácil colocar isso no coração!” Imagine como ficou minha cabeça? Eu fiquei totalmente travado.

O meu problema era entender o amor, porque na minha cabeça amar era estar apaixonado; esse era o meu conceito de amor. Mas esse amor que Paulo e a Bíblia inteira falam não tem nada a ver com o que eu pensava que era amor. Então, o Espírito Santo começou a me desmontar durante aquele jejum. A primeira coisa que Deus falou comigo foi: “Você não sabe o que é amor!”

Efésios 5:1,2 – “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”.

Paulo está dizendo nesse verso que temos de imitar a Deus como filhos amados e andar em amor. Assim, eu percebi que todos os mandamentos que eu conhecia sobre o amor tinham uma palavra que se repetia: “COMO”. Então eu eliminei o “QUANTO”, porque Jesus NÃO disse: “Amai-vos uns aos outros tanto quanto eu vos amei.”

Se Deus é amor, como é que alguém vai amar com a mesma intensidade com que Ele amou? Mas o mandamento não é esse. O mandamento é “COMO eu vos amei”, “COMO Cristo amou a igreja.” Outra coisa que eu percebi é que essa forma de amor apontava sempre para o mesmo lugar: a entrega. Era um amor sacrificial, não sentimental. Sacrifício fala de dor, de angústia, de morte e Jesus fez isso por nós.

1 João 3:16 – “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos”.

Era isto que eu precisava, conhecer esse amor, porque eu não sabia o que era o verdadeiro amor. Quando João diz: “Nisto conhecemos o amor”, ele estava apontando para o calvário, para a cruz onde Cristo deu a sua vida por nós. Veja que interessante: não era PARA nós, mas POR nós. Não era uma entrega PARA uma pessoa, mas POR ela. Por nós valeu a pena o sacrifício.

Amar a Deus, então, é quando alguém se entrega POR outros para Deus. Um filme se descortinou diante de mim. Meu conceito de amor estava quebrado. Eu estava crendo que estava amando aquela moça, mas, na verdade, o Espírito Santo me disse: “Você está amando a si mesmo. O amor que eu tenho para você só acontece no altar, porque é um sacrifício.” E o altar de Deus é a cruz – amor no sentido mais profundo da palavra. Deus me disse: “A minha vontade é que você se entregue por Denise, sua esposa. Eu quero ver você morrer por ela, a mulher da sua mocidade, a que fez um pacto com você, aquela que você disse que amava!” Essa era uma decisão que eu deveria tomar.

A cruz é uma escolha deliberada: você escolhe se a quer ou não. Jesus foi bem claro sobre isso. O egoísmo que compete o tempo inteiro com o Espírito Santo não tem outro modo de sair a não ser pelo altar.

Romanos 12:1 – “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.

A Bíblia fala muito de entrega por sacrifício. Só que às vezes nós temos uma entrega que não é literal, mas apenas “da boca para fora”. É claro que apenas pelo fato de sermos crentes já exigimos muito de nós e já renunciamos a muitas coisas, mas não pense que já chegou ao fim; é apenas o começo. Imagine que você tem algo que ama muito, que deseja muito e Deus lhe diz: “Eu quero isso aí.” E assim acontece todos os dias em nossas vidas.

Jesus disse que “aquele que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser Seu discípulo” (Lucas 14:33). Imagine que Deus peça algo bem específico para você: “Renuncie ao que lhe pedi! Entregue no altar.” Algumas coisas você perde definitivamente, outras não. A Abraão, Deus pediu o filho, e ele foi sacrificar o filho. O fato de Deus ter dado um filho a Abraão, não significa que Ele não possa pedir de volta. Afinal, Ele tem soberania, Ele é dono de tudo. Já ouvi gente dizendo que Deus não pode pedir aquilo que Ele mesmo deu, ou seja, se Ele deu um noivo, não pode pedir o noivo, se Ele deu um emprego, não pode pedir o emprego. Bem, não foi assim com Abraão. Se Deus lhe pede algo que custa sua própria vida, seus sonhos, seus desejos, e você entrega, mesmo que relute um pouco, mas acaba entregando. Nos primeiros dias você fica como se estivesse literalmente morto, perde toda a alegria, pois toda entrega, no início, não é um momento de festa, mas de dor. Mas depois disso um milagre acontece.

Eu me lembro que, quando entendi essa palavra, concluí: “Então Você está me dizendo que a Tua vontade é que eu fique com a minha esposa e ame essa mulher do jeito que ela é, e me consagre por causa dela? Tudo o que aconteceu lá em Minas Gerais é coisa da minha cabeça? É isso que o Senhor está me dizendo?” E Deus me deu uma revelação, uma visão: De um lado havia uma cruz, do outro lado uma paisagem com pássaros, um rio, uma ponte e um casalzinho romântico em cima. A cruz era feia, mal feita. E eu estava no meio, tendo que decidir. Entendi que amor, para Deus, era o lado que estava a cruz. O outro lado não era amor; era um sentimento, uma paixão. O que eu deveria fazer? Apegar-me a essa cruz feia e apagar o outro lado da minha vida? Escolher entre a cruz ou um sonho que me preenchia? Então eu lutei, chorei, experimentei a sensação de morte. Eu tomei essa decisão sozinho, em casa, orando e jejuando. E eu decidi literalmente morrendo.

Foi tão forte aquela experiência que no fim de semana seguinte eu fui até aquela cidade determinado a chegar lá e dizer que aquela era minha última visita à igreja, que nunca mais eu voltaria para estar com eles. Quando eu desci do ônibus, estava ali aquele grupo de jovens que me sempre ia me buscar, e aquela moça olhou para mim e disse: “O que ouve com você?” Ela percebeu que algo havia acontecido. Eu nunca lhe disse que tinha algum sentimento por ela, mas ela percebeu que algo se quebrou! A cruz tem um poder muito forte. O nosso grande chamado é para a cruz, o que age em nosso coração é o sacrifício. O que queima, o que arde de verdade é a entrega. Se você voltar na história verá que o que sempre O atraiu foi o sacrifício, porque isso tem a ver com o amor de Deus. Dar a vida por alguém é a manifestação do amor de Deus.

Naquele dia, naquela estação rodoviária, o que se podia perceber era a morte. A moça viu que eu estava morto para ela e por ela. Um dia o Senhor pede que você Lhe entregue algo e, então, você faz a escolha de Deus, a escolha certa. Passado um período, você se sente morto. Mas Deus não ressuscita um vivo; o poder da ressurreição só pode operar em quem já morreu. Você morre por um tempo, mas depois vem o poder da ressurreição e você começa, de repente, a ganhar uma vida nova, diferente, começa a provar o poder e o amor de Deus.

Quando eu digo: “Ame como Jesus”, não pense em coisas boas, pense na cruz. O modelo de amor é Jesus. E como foi que Jesus amou? Se entregando a Deus por nós. Maridos, amem suas esposas como Jesus amou a igreja. Que o Espírito Santo encha sua mente e coração da compreensão desse amor, porque o sacrifício, as exigências que Deus fará a você lhe darão melhor compreensão do porquê Dele pedir certas coisas. Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho único para que todo aquele que nele crer seja salvo (João 3:16). Jesus se entregou, se sacrificou. Não foi diferente com ele. Ele provou esse amor se entregando, se sacrificando. Essa é a maior expressão do amor. Amor sem cruz não é amor bíblico. Vamos lembrar a história de Amnon e Tamar novamente. Ele a amou com amor eros, paixão carnal; não era sacrifício, não era cruz. Um amigo que ama o outro por preferência, porque é simpático, porque agrada, também não é amor. Mas, se alguém se sacrificou por você, abriu mão da sua vida e dos seus sonhos, se entregou a Deus e se santificou por sua causa, isso é amor ágape. Portanto, quando ouvir falar de amor, não pense em qualquer coisa. Limpe seus conceitos antigos, reavalie seu entendimento acerca do amor.

Voltando à minha história pessoal, quando eu tomei a decisão de me entregar por Jesus e renunciar a tudo o que eu estava vivendo, voltei em Minas Gerais, sentei-me com a moça e abri meu coração. Falei tudo: sobre os meus sentimentos, minha esposa, minha filha, meu casamento, minha decisão. Ela começou a chorar e eu percebi que ela tinha os mesmos sentimentos por mim. Naquela hora tomei suas mãos e convidei-a a fazermos uma oração de entrega total a Jesus. E eu nunca mais a vi. Voltei para casa e fui me encontrar com os três rapazes que disseram que me queriam como pastor. Naquela mesma semana o meu pastor me chamou e pediu para que eu retirasse alguns jovens para longe dali e fizesse uma reunião com eles, e eu fui.

Logo em seguida uma moça me encontrou na rua e me fez um pedido. Sabendo do meu trabalho de evangelização com os drogados, disse que tinha um salão onde se reuniam muitos drogados e queria que eu fosse fazer um culto com eles e reunir uma igreja lá, cobrando-me apenas um valor simbólico de aluguel. Coloquei o violão debaixo do braço e fui com os rapazes. Não chegava nem a dez pessoas. Na primeira reunião não tinha cadeiras e nem microfone. Fizemos um louvor a Deus, chamamos os vizinhos e começamos. O lugar era o mais ridículo e feio que você possa imaginar. No meio da pregação, se alguém entrava no banheiro e dava descarga, tínhamos que esperar o barulho acalmar para depois continuar. Cada um que ia levava sua própria cadeira. Era um “colorido” daqueles. Um homem levou até um banco de Kombi e deixou lá. Em frente, havia um terreiro de macumba e ganhamos a dona dele para Jesus. No dia em que aquela mulher se converteu, nós fizemos uma fogueira com todas as coisas que ela usava para fazer macumba. Só sobraram os banquinhos que ela usava para os seus “clientes”: esses foram usados para a igreja. E cada vez ia mais gente e fazíamos reuniões todos os dias.

Comecei, então, a enxergar que Denise, minha esposa, havia virado uma guerreira e passei a admirá-la. Ela caminhava um longo percurso de casa até aquele local de reunião com a criança no colo. Não faltava um dia, estava ao meu lado o tempo todo me sustentando. Era como se eu nunca a tivesse visto antes. Deus começou a mudar tudo entre nós; Ele fez um milagre.

Um ano depois, no dia do nosso aniversário de casamento, eu abri a Bíblia para pregar em João 12:24: “Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto”. Quando eu olhei para aquela “igrejinha” lotada, me voltou aquela visão lá do início: de um lado a cruz, do outro lado meu desejo. Mas aquela minha cena romântica parecia um quadro manchado, todo feio. E o casal já não existia mais, eu estava só. O Espírito Santo me mostrou que se eu tivesse escolhido naquele dia o meu desejo, eu estaria assim hoje, sozinho num deserto. Quando, porém, olhei para o lado da cruz, já não era uma cruz de madeira, feia. Era uma cruz formada por várias faces, as faces das pessoas que se converteram e estavam ali. Comecei a ver o rosto de cada irmão na cruz. Eu estava vivendo aquilo intensamente. Foi assim que eu entendi o texto que eu iria pregar. Se morrer, dá fruto; se não morrer, fica só. Pela graça de Jesus, Deus entrou na minha história e não me deixou atolar na lama. Ele me resgatou, e assim terminou aquele episódio na minha vida.

Amor sempre gera fruto. Amor é sacrifício. Veja o amor como Deus vê. Entenda o amor como Deus entende. Tudo se resume no amor de Deus! Se você entender isso, muitas coisas vão, de fato, acontecer em sua vida.

Assuma esse compromisso. Ame sua esposa!

No amor do Senhor Jesus,

Sérgio Franco ><>
Extraído e adaptado do livro Tudo se Resume no Amor de Deus, que pode ser encontrado na loja Servo Livre.
tudo se resume no amor de Deus

blank
Siga

Sérgio Franco

Equipe . Conexão Eclésia em Conexão Eclésia
blank
Siga

Últimos posts por Sérgio Franco (exibir todos)

Compartilhe 😉Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInPin on Pinterest