Momentos em que a memória salva

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Quando lemos a parábola do filho pródigo, devemos dar atenção ao fato de que o filho, ao comer a comida dos porcos, ao cair num profundo abismo, lembrou-se da casa de seu pai. Suas lembranças tinham uma marca: no ambiente familiar todas as suas necessidades eram supridas. Lá, nem mesmo os empregados passavam fome. Então, aquele jovem, por causa da memória que tinha, resolveu voltar para a casa do pai. E só fez isso porque suas memórias eram boas. E não só a memória sobre o seu pai, mas também da memória sobre a casa do pai.

Isso deveria nos fazer pensar: que memória os desviados tem da igreja? Afinal, a igreja é a casa de Deus, a família do Pai. Será que os desviados, ao chegarem no fundo do poço, se lembrarão de que na família de Deus eles têm tudo o que precisam? Que marca temos deixado na vida daqueles que passam por nossas congregações?

Sempre temos a esperança de que o desviado retorne. Mas será as lembranças o ajudarão a voltar para a casa? E individualmente, que marca você tem deixado na vida das pessoas? Como elas se lembrarão de você?

Devemos fazer essa reflexão com seriedade, pois é por meio de nós que o amor do Pai deve fluir e marcar a vida das pessoas. A igreja, a família de Deus, é lugar de perdão, misericórdia, verdade e graça. É lugar de abraço, acolhimento, amparo. E cada um de nós tem a responsabilidade de edificar essa igreja.

Que estejamos comprometidos, de todo o coração, a sermos canais do amor de Deus. E que isso marque a vida de todos aqueles que passam por nossas congregações, a fim de que estes, ao sofrerem a triste realidade do mundo, possam lembrar: há amor na casa do Pai.

Em Cristo,
Anderson Paz 

 

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