Deus tem planejado uma carreira para nós

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Quero mostrar dois textos que considero de suma importância e que resumem o nosso serviço aqui.

“Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos” (2 Co 3:18 – 4:1).

O nosso principal serviço na terra é o mesmo de Jesus, ou seja, mostrar aqui o rosto do Pai, revelar o Pai.

As pessoas precisam conhecer a Deus e não uma simples mensagem. Não uma doutrina ou religião.

O Senhor é um Espírito e para que o mundo o conhecesse enviou Jesus, que é a expressão exata do Seu ser.

Jesus, na sua partida, depois de revelar a Deus aos seus discípulos, deixou o Seu Espírito para se revelar através de nós aos que não o conhecem.

A forma que o Senhor escolheu para que as pessoas tivessem acesso à salvação foi pela pregação da Palavra e da demonstração da Sua vida através da sua Igreja. Paulo chama isso de refletir a glória do Senhor. E essa reflexão é chama de nosso ministério.

Outra parte do ministério está relatada no seguinte texto:

“Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação; pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.” (2 Co 5:18-20).

Isso significa que o trabalho, ou ministério, que devemos desempenhar ao mundo compreende essas duas coisas:

1. Refletir a glória do Senhor e,

2. Reconciliar o homem com Deus.

A igreja precisa se envolver com esse ministério como a sua prioridade maior.

Refletir a glória do Senhor é o maior privilégio e responsabilidade que uma pessoa pode receber na terra. Isso fala de demonstrar o caráter e a vida de Deus em nossos atos e atitudes.

É importante que se diga que a reflexão da glória de Deus acontece como a lua que reflete a luz do sol. Ela não faz qualquer esforço, assim como não podemos nos esforçar para refletir o Senhor. Não é uma questão de esforço, mas de exposição.

A única coisa que podemos e devemos fazer é estar sempre diante do Senhor, não permitindo que qualquer coisa se interponha entre ele e nós.

Nenhuma sombra, nenhum objeto, nenhuma atividade, nenhum relacionamento, nenhum comprometimento.

Não podemos permitir que as nossas propriedades, nossas atividades, nem nossos relacionamentos se coloquem como nossas prioridades em detrimento de estarmos diante dele.

Isso não se refere a um momento em particular, mas em toda a nossa vida.

Quando dizemos a alguém que olhe para Jesus como sua referência, se é uma pessoa que não O conhece nós expomos essa pessoa a uma situação difícil, pois o que ela tem como imagem de Jesus são as figuras em quadros ou em crucifixos.

A única forma de a pessoa ver algo de Jesus é olhando para pessoas que o tem, em um primeiro momento e, depois de o conhecê-lo vendo-o diretamente pela presença do Espírito Santo revelando-o no coração pela Palavra.

Precisamos fixar isso: assim como Jesus no seu tempo aqui na terra foi a expressão exata do Pai, a Igreja é o que se pode ver de Deus, pois ela é o corpo de Cristo, o complemento daquele que enche tudo em todos.

Jamê Nobre
Extraído e adaptado do site Servindo com a Palavra.

Conexão Eclésia

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Amamos a Jesus, por isso lutamos por Sua vida na Igreja.
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