“Quero diversão!”

quero diversão
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“e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (Atos 6:4).

O livro de Atos relata um momento em que os apóstolos escolheram uma equipe para servir às viúvas necessitadas da Igreja. Tal decisão foi tomada a fim de que o serviço às viúvas não afastasse os apóstolos da oração e do ministério da Palavra. Afinal, eles aprenderam com o Mestre que a oração é de singular importância e indispensável na vida cristã.

Eles conheceram de perto o Jesus que se retirava para lugares solitários a fim de orar (Lc. 5:16;), que se levantava de madrugada para orar antes de decidir para que cidade ir (Mc. 1:35-38), que orou uma noite inteira para de escolher os apóstolos (Lc. 6:12,13), que intercedia ao Pai em favor deles (Jo. 17; Lc. 22:31,32). Com certeza experimentaram o resultado da intercessão de Jesus por suas vidas. Por isso sabiam que nada, por mais nobre que fosse, poderia afastá-los da oração. Nem mesmo o nobre e necessário serviço às viúvas. Oração é algo prioritário, e a melhor coisa que eles poderiam fazer pela Igreja era orar e servir-lhes a Palavra. Eles também se tornaram modelos para a Igreja na prática dessas coisas, uma vez que orar é dever de todos os que seguem a Jesus (I Tm. 2:1). Pela vida de oração expressamos o quanto dependemos de Jesus, e sem Ele nada podemos fazer.

Quando olho para o exemplo dos apóstolos, fico a avaliar minha vida de oração e quais são as causas que me fazem deixar de orar. Será que o que me afasta da oração é algo tão nobre e justo como servir as viúvas? Será que é o serviço aos meus irmãos? Ou será que meus motivos não são tão nobres assim? Ou nem mesmo tenham alguma nobreza?

Muitas vezes o que nos afasta da oração não passa de mero entretenimento, de busca por diversão e lazer. Em si mesmo, o entretenimento não tem nada de errado, mas ao considerar que os apóstolos não deixaram que nem mesmo o serviço aos necessitados os afastassem da oração, eu deveria avaliar o espaço que o entretenimento ocupa na minha vida. Afinal, o entretenimento pode ser algo que, ao me afastar da oração, me desvie da verdadeira alegria, pois, segundo Jesus nossa alegria é completa quando temos orações respondidas (João 16:24).

Quero a cada dia avançar na vida de oração, pois sei que isso expressa o quanto eu dependo de Deus, e com certeza alegra o coração do Pai.

Em Cristo,

Anderson Paz  

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