Eu não sou cachorro não, mas…

eu não sou cachorro não
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Recentemente tenho tido bastante contato com cachorros, o que tem trazido alegria. Isso por 3 motivos:

  1. Sempre quis ter um cachorro: Sendo assim cuidar de um, mesmo que por pouco tempo, acaba se tornando a oportunidade que não tive para fazê-lo antes.
  2. Gosto de cachorros. Gosto pessoal mesmo, não tem muita explicação.
  3. Você pode aprender coisas curiosas com eles.

São diversas as reflexões possíveis quando se está diante dessas figuras. Até porque, os bichos de estimação quase sempre têm as mais diferentes manias, que muitas vezes são cômicas. Cheguei até a pensar em fazer uma série de posts com coisas que aprendi cuidando deles. O fato é que realmente se pode aprender muitas coisas através dos detalhes no cuidado com a cachorrada.

Uma coisa comum à maioria dos cães tem me chamado atenção. Trata-se de algo que qualquer um já deve ter notado nos cães: eles são extremamente carentes da presença de seus donos. Parecem ter grande alegria em demonstrar sua extrema dependência.  E, curiosamente, isso pode nos ensinar muito sobre nossa vida com Deus, sobre nossa adoração.

É claro que não somos cachorros. Somos seres criados à imagem de Deus. Mas, é interessante observar que um dos sentidos bíblicos da palavra adorar tem tudo a ver com uma atitude comum aos cachorros. O verbo adorar (proskunéo) significa prostrar-se, como um cão submisso é, ansiando pelo carinho do dono.

Pensar num significado tão forte  me fez lembrar de uma cena que sempre me deixou curioso e que se encontra em Mateus 15:25-28. Uma mulher adora a Jesus pedindo por socorro por sua filha que se encontrava endemoninhada. Jesus aparentemente menospreza a mulher comparando ela a cachorros. A mulher responde admitindo sua dependência em humildade e, com sua resposta, revela uma grande fé.

Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé!

Essa cena me mostra que Jesus se alegra em nos ver admitindo nossa real posição diante dele: somos completamente dependentes do Senhor. Nossa vida anseia pela presença do que nos comprou, não como cães que anseio pelo carinho do dano, mas como filhos que desejam estar com o Pai. Precisamos refletir sobre o quanto cada um de nós anseia por Deus. Temos dependido dele diariamente? Temos trabalhado para apressar sua volta? Penso que o Senhor continua hoje a nos colocar em situações em que vemos que não nos resta nada mais adequado que nos humilhar diante dele.

Como alegra ao Senhor nosso reconhecimento em adoração que é Ele quem nos dá o pão de cada dia. Que esse sentimento ecoe em nossos corações e nos conduza mais uma vez a humildade daquele que se entregou por nós. Cristo desceu ao lugar mais baixo e foi exaltado com o nome mais alto. Que Ele abra os nossos olhos para nossa real condição diante dele e venhamos receber graça para viver.

No amor de Jesus

Filipe Flexa
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