Para um 2013 feliz

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Estamos chegando ao final deste ano com grande expectativa no que vai acontecer, no que o Espírito Santo vai realizar.

Hoje estamos mais próximos do fim do que nos tempos da Igreja do primeiro século. A responsabilidade que temos é maior que a responsabilidade daquela igreja, tendo em vista que temos que nos preparar para a volta de Jesus, que é iminente. O tempo que estamos vivendo é um tempo muito especial.

Especial por causa da expectativa de maiores manifestações do Senhor; especial também por causa de novos e mais fortes confrontos com o inimigo, em razão do avanço da Igreja. Por certo, ele virá com maior fúria, pois sabe que pouco tempo lhe resta.

Veremos um maior engajamento dos discípulos na proclamação do evangelho do reino de Jesus e, por causa disso, as pessoas se converterão em maior número. Por causa de tudo isso, precisamos, mais que em qualquer outro tempo, uma porção maior do Espírito Santo. Ele foi prometido por Jesus, exatamente para a época que vivemos. O evangelho do Reino de Deus deve ser anunciado até que a última pessoa, da última nação escute seu anúncio, para que venha o fim, ou melhor, para que Jesus volte.

Precisamos do Santo Espírito de Deus. Atreveríamos sair sem que do alto fôssemos revestidos do Espírito Santo? Teríamos a ousadia de tentar fazer discípulos sem o Poder do Altíssimo? Deixaríamos para traz os dons do Espírito ao fazer discípulos? Como podemos fazer discípulos com um ensino intelectualizado e que não transmite aos ouvintes o poder para cumprir as demandas do Senhor?

Quando ensinamos os mandamentos do Senhor, no poder do Senhor, os mesmos mandamentos de Jesus se mostram poderosos para o querer e o efetuar. Se não for assim, se continuarmos a ensinar no nosso poder, vamos gerar pessoas frustradas que serão chamadas por nós de rebeldes!

Se essa obra for feita sem o poder do Espírito Santo, estaremos formando discípulos nossos, à nossa semelhança e com os mesmos vícios que temos. Mas se atuarmos na dependência Dele, usando os dons e sendo usados por eles, certamente os discípulos não serão nossos, nem terão a nossa cara, mas serão filhos semelhantes ao Primogênito.

Meus amados irmãos, é um tempo – o que vivemos – que nunca experimentamos. Estamos ao borde do desconhecido. Paisagens novas, situações novas, novos ataques, tanto de nossa parte aos domínios do inimigo, como dele contra nós, exatamente por isso. Esse tempo também vai ser um tempo de muita revelação e constatação da nossa extrema fragilidade, incompetência e inabilidade. Precisamente por isso é que vamos experimentar um poder maior que o que tivemos até agora.

Na medida que formos conhecendo nossas debilidades, vamos abrindo espaço para o mover do Espírito da Graça. O Mensageiro da Aliança, a Graça feita pessoa, se apresentará diante de nós e nos ajudará a cumprir a ordem de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo.

Precisamos anunciar aos discípulos de Jesus essa mensagem de dependência Nele, o Espírito Santo; devemos insistir com os irmãos que O busquem; precisamos rogar pelos discípulos para que eles sejam cheios do Espírito poderoso. É urgente que demos mais espaço ao Espírito de Cristo em nossas reuniões. É saudável para a Igreja que devolvamos a Ele o pastorado da Igreja. Ele vai nos ensinar todas as coisas. Vai nos guiar em tudo.

Cada discípulo será ensinado pelo Senhor; cada um aprenderá a escutar a voz do Mestre amado. O nosso papel, enfim, será mais definido, ou seja, estaremos incentivando aos discípulos de Cristo a ouvir a voz do Bom Pastor.

Rogo ao Pai que esse ano de 2013 seja um ano de ensino, de busca, de manifestação e de revelação do Espírito da Promessa. Oremos por isso. Ensinemos isso.

Ensinemos, pelo exemplo, o uso dos Dons do Espírito. Que possamos abrir o caminho diante do povo que cuidamos, desmistificando e corrigindo os eventuais erros. Lancemos fora todo medo. Ele, o Outro Consolador, estará conosco nessa caminhada.

No Espírito de Cristo, o Santo Espírito da promessa, o penhor da nossa herança.

De seus servos,

Jamê e Irani

Extraído e adaptado do site Servindo com a Palavra.

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